Dactylographia – Testemunho Internauta parte II

Dactylographia – Testemunho Internauta parte II

Vários Internautas ficaram empolgados com a matéria sobre Datilografia, pois despertou recordações que marcaram suas vidas de modo definitivo! Realmente é difícil ficar indiferente. Esta matéria é para estes saudosistas, que nos prestigiaram mandando estas belas imagens!

Começamos com o relato do Rogerhy…

 

remington portátil do Rogerhy

Foto: Ricardo Akam

 

O Rogerhy mandou estas fotos e este bonito relato de uma época de ouro, que com certeza, muitas lembranças traz, e ele foi generoso em dividir conosco este momento tão importante:

“Meu pai comprou esta Remington portátil logo que saiu do Quartel, para em seguida, continuar o que já fazia pouco antes de se alistar, fotografias. Assim, poderia enviar aos jornais da época, seus trabalhos com pequenas matérias sobre o assunto da foto. Anos se passaram usando a “pequena”, até que, no início dos anos 70, a revista Manchete o contratou para a sua sucursal em Curitiba, onde aposentou então aquelas “teclinhas valentes”, as quais, em menor intensidade, seguiram marcando papéis somente com as coberturas para jogos do Coritiba FC, exclusivamente no Couto Pereira, em 1979.”

 À seguir um ensaio com mais imagens da “pequena de teclinhas valentes”:

 

detalhe das "teclinhas valentes"

Foto: Ricardo Akam

teclas redondas, anatomicas

Foto: Ricardo Akam

remington do Rogerhy em composição artística

Foto: Ricardo Akam

remington em outra concepção artistica

Foto: Ricardo Akam

remington em mais uma concepção artistica

Foto: Ricardo Akam

Obrigado, meu caro amigo, e que esta matéria possa preservar ainda mais esta memória afetiva, já eternizada em suas lembranças. Parabéns Rogerhy, e fique com esta homenagem no dia do seu aniversário!

 

 

 

Veja à seguir novo relato de internauta saudoso:

..O relato do Taborba

O Taborda viu as imagens da matéria e logo se empolgou, mandando estas mensagens para mim:

“Vou te mandar foto da minha antiga, aguarde! Primeiro tenho que achar onde está guardada. Meu amigo a única vez que vi uma igual foi numa reportagem na Globo TV onde aparecia Josef Mengele, médico alemão…

 

Meus amigos, olhem esta máquina! Nunca vi igual, certamente uma relíquia!

 

maquina de escrever do Taborda

 

Prosseguindo o relato do Taborda:

Germany legítima. Nunca tive curiosidade de pesquisar quanto vale, você precisa ver ela qualquer hora. Não sei como veio para na minha mão, não lembro, mas tenho ela a muito tempo, fazia meus relatórios da Gillette.”

máquina fechada, conceito de portatil etiqueta do fabricante da máquina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dali em diante ele me mandou fotos de outros objetos antigos, telefone, lampião, e eu fiquei saudoso também, pois na minha infância um lampião de querosene com pavio regulável (dava para escolher a intensidade da luz) era a única fonte de luz em casa. E tinha uma vela no quarto caso se fosse ler ou fazer algo antes de dormir. Obrigado, meu amigo Taborda, e fique certo que vou aceitar teu convite para conhecer estes objetos que fazem parte do seu passado, e do meu também! Prepara o café!

 

Para finalizar, a participação do Mauricio Nero: 

Keaton Music Typewriter

Keaton Music Typewriter em reclame da epoca

Depois que eu havia terminado a matéria sobre as máquinas de escrever, o Nero veio me mostrar esta maravilhosa invenção, que a grande maioria das pessoas comuns, como eu, jamais viram. É isto mesmo que você está vendo nas fotos, uma máquina de escrever partituras, a Keaton Music Typewriter, patenteada pela primeira vez em 1936, e que teve outra versão mais aperfeiçoada em 1953 (Foto). Apesar do avanço que ela proporcionou para escrever partituras em quantidade e mais rapidamente, os compositores da época preferiam escrever suas composições musicais com as próprias mãos. Ao Mauricio Nero, muito obrigado pela contribuição, e que sirva de modelo para os Internautas queridos nos mandarem suas opiniões, testemunhos e contribuições. Participe e nos acompanhe.

 

Encerro com uma homenagem à máquina de escrever, que tanto sucesso fez até sair de nossas vidas, e entrar para a História 

The Typewriter ” é uma peça instrumental escrita por Leroy Anderson em 1950 e primeiramente apresentada pela Boston Pops , Orquestra Americana sediada em Boston, Massachusets. Jerry Lewis, gênio do humor, fez esta cena no filme “Who’s Mindind the Store” (1963), que vocês assistiram acima, eternizando seu talento, e a música utilizada na encenação histórica.

O Baú dos Antigos agradece aos amigos que contribuíram para esta matéria

 

Eu sou o 

Mauricio Super

E até o próximo Testemunho do Internauta

 

CC BY-SA 4.0 Dactylographia – Testemunho Internauta parte II by Baú dos Antigos is licensed under a Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International License.

3 Responses so far.

  1. Rogerhy N.Buchmann disse:

    Muito grato pela consideração,AMIGO Maurício,em relatar na sua tão prestigiada página de reportagens,a valentequerida máquina do meu pai,a qual permanece em nossa casa desde”zero”.Espero em breve,poder restaurá-la para que,muito mais tempo possa nos entreter com mais beleza,digamos assim.Abração e sucesso pro”Baú”!!

    • Olá, Rogerhy, se existe algo valioso na vida é a amizade, o companheirismo e a união. E é desta maneira que queremos que o Baú dos Antigos seja formado, e cresça com amigos prestigiando, com a união de pessoas com os mesmos interesses e desta maneira possamos mostrar para as pessoas que isso importa sim, e que devemos nos voltar para a memória dos nossos antepassados queridos, e para as lições preciosas que temos para aprender. E as matérias que abordam estes objetos e fatos de recordação são o caminho para isso, eles evocam estas doces recordações e nos remetem às pessoas. Rogerhy, suas atitudes diárias refletem este respeito! Abraços, obrigado e continue conosco!

  2. […] que tiver um vídeo vai estar lá na seção Vídeos, confira! Você já viu este do Post Dactylographia – Testemunho Internauta parte II? Também é muito engraçado, humor clássico do Jerry […]

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