My name is Bond… James Bond – Cap IX

My name is Bond… James Bond – Cap IX

Timothy Dalton, 007 pela segunda e última vez

Olá, voltamos a conversar sobre Bond… James Bond, esta franquia que carrega o honroso título da mais bem sucedida do cinema, e que deve sustentar por um longo tempo, visto que ainda pode ressurgir e surpreender com um novo filme à qualquer momento, pois é o que tem acontecido até hoje! Mas como todo sucesso, tem seus altos e baixos. Vamos conferir hoje esta realidade que assombrou a série no final dos anos de 1980…

Licence to Kill – 1989 (007 Permissão Para Matar)

Selecionei estas cenas em que James Bond vira “caminhoneiro” e vai atrás de vingança contra este cruel traficante de drogas chamado Franz Sanchez. São usados diversos caminhões pesados, inclusive três deles com adaptações que rendem cenas impressionantes e muito realistas, aliás, como todo o filme.

O filme não foi bem recebido pelo público e crítica, talvez por este excesso de violência e realismo, que desta vez não utilizou um argumento do Ian Fleming. Os produtores chamaram o roteirista Richard Maibaum, que trabalhou à partir de outras histórias para montar a trama. O filme é bom, mas o ator Timothy Dalton faz sua última aparição como James Bond, numa época em que brevemente aconteceria a queda do muro de Berlim, a Unificação das Alemanhas e o fim da União Soviética; e isto tudo parecia prenunciar o fim do interesse na franquia. Bom lembrar que nesta época também surgiam super produções como “Batman – O Filme” que concorreria em bilheteria com forte apelo de mídia e público.

Pesadões preparados para fazer cenas fortes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E quanto ao tema musical? James Bond sempre se apoiou muito nas músicas, que representavam bem os temas e as épocas em que as tramas ocorriam. Afinal, quem não lembra de Goldfinger ouvindo as primeiras notas do tema musical? Será que este fator continua presente em mais este filme da série? Vamos conferir!

 

Linda musica, bem produzida e interpretada por este mito vivo que é Gladys Knigth, porém não alcançou o brilho de canções-tema anteriores como “Goldfinger”, “Diamonds are Forever”, “Live and Let Die”, e vários outros exemplos que poderíamos citar, não é mesmo? Sinal dos tempos e das mudanças que ocorrem naturalmente. Neste filme a grande estrela em matéria de automóveis… é um caminhão! Abaixo segue o KENWORTH W900L, que mereceu uma edição especial por conta do filme, e trata-se de um “monstro” que encantou nas cenas que você apreciou no trailer que escolhemos para a matéria! Decisões acertadas? Soluções para continuar embora sem encantar como no passado? Enfim, a franquia sobrevive aos novos tempos!

 

 

 

 

 

 

 

 

KENWORTH 007 - Edição LimitadaEspero que você tenha gostado da abordagem da matéria; vale a pena conferir esta mudança para que se tenha noção do que estava ocorrendo naqueles tempos turbulentos, onde as novidades mundiais ganhavam a imprensa com maior velocidade e a tecnologia explodia e ganhava os lares, forçando os produtores a entregar filmes mais convincentes e menos “infantis”, prendendo na tela um novo público, com o risco de perder o antigo, mais saudoso e sonhador. Este foi o desafio da franquia, que ficaria um tempo mais longo sem saber o que produzir. Obrigado por me acompanhar, e nos vemos no próximo filme da série! 

 

Depois de 6 anos de hibernação, volta à cena um novo James Bond! Mas que filme é esse, que ator é esse, você arrisca um palpite?

Eu sou o Mauricio Super

Super fã do James Bond

 

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