Série De Cinema Do Baú: Clássicos Eternos Parte III – O Poderoso Chefão II

Série De Cinema Do Baú: Clássicos Eternos Parte III – O Poderoso Chefão II

Olá, fãs do bom e velho Cinema, daqueles filmes que nos deixam pensativos e nos afetam de alguma forma, para o bem ou para o mal; esta série é sobre isso, e já está no terceiro episódio! Será que vale a pena assistir, ou não? Opinião em primeira pessoa, sem tendências! Veja o episódio piloto, lá você tem a explicação completa da Série…

 

                     Série de Cinema Do Baú!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No episódio anterior dei a minha opinião sobre o filme “O Poderoso Chefão”, de 1972, que inaugurou a trilogia. Em 1974 estreava a segunda parte do filme. Este é o filme de hoje, acompanhe e saiba o que esperar.

O Poderoso Chefão II (1974) – * 9,0

Sequência do primeiro filme, de 1972, dirigido por Francis Ford Copolla, também baseado no livro homônimo de Mario Puzo, já não conta com Marlon Brando no elenco, pois o personagem dele já não existe mais. Por um lado, esta ausência ofusca um pouco o brilho deste clássico, principalmente para os mais tradicionais, como é o meu caso, fã deste mito do cinema, mas por outro lado ele reúne dois dos mais icônicos astros do cinema moderno, que são o fantástico Al Pacino, também personagem da série do Baú, “Mas quem é esse cara?”; confira lá se quiser saber mais sobre ele, e nada menos que o premiadíssimo Robert De Niro. Confira a cena das origens:

 

Origens da família na parte IIO filme conta duas histórias paralelas; Michael está mais maduro e controla a família e procura expandir seus negócios na costa oeste dos Estados Unidos. Paralelamente, conta a vida de Vito Andolini, (Robert De Niro) que acaba sendo conhecido como Don Vito Corleone. Após a máfia local matar sua família na Sicília, o jovem Vito foge para a América e luta para ganhar a vida da forma que consegue, e para ele o mais importante é a família. Michael, o caçula (Al Pacino) controla a família e os negócios, e fica à cada dia mais paranóico, arruinando até seu casamento, e enfim acaba sozinho com sua loucura. Além da enorme lista de prêmios e indicações, o filme vale a pena ser assistido pelo que representou para o cinema e para a história, e não se consegue imaginar que seja uma ficção.

E agora, quer saber minha opinião?

A continuação do filme (parte II) deve ser assistida como um filme independente do primeiro. Tem vida própria, sustenta a trama e referencia o filme anterior, mas não deve ser comparado a este em nenhum aspecto. De fotografia irretocável, com cenas fortes e impactantes, é esclarecedor em relação às origens da família e explica muito a saga dos Corleone, nos deixando numa posição incômoda em relação aos crimes cometidos por eles, uma vez que acabamos tendo a tendência de considerá-los os “mocinhos” da trama. Paisagens de tirar o fôlego com sequências de flash-backs na Itália, nos faz sentir muito apego aos personagens, nos colocando dentro da história da triste família vitimada pela máfia já em tempos remotos, e trazendo todo este drama para a América. Trata-se de um filme que poderia e deveria ser estudado à fundo em suas mensagens subliminares. Denso, profundo e emocionante, traz um elenco de primeira grandeza com atuações pra lá de convincentes beirando a realidade absoluta, visto que seus principais atores são ítalo-americanos, trazendo todo este peso das origens familiares nas atuações. Destaque ainda para a atuação de Robert Duvall, já que não dá para citar os demais personagens do elenco, todos fabulosos, enriquecendo o filme. Sou fã número um do primeiro filme, mas não dá pra imaginar deixar de assistir as duas sequências, mas como disse no começo, tratando-os como filmes independentes, assim sua avaliação fica mais justa. Ele merece o 3º lugar no ranking do IMDb?? Não, ele está acima disto, e esta trilogia é tão fantástica que seus prêmios deveriam ser especiais, sem concorrer, pois fogem de todos os padrões de avaliação pela excelência alcançada.

Na próxima edição, vamos mudar totalmente de foco, e falar do filme “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, de 2008. Quer saber minha opinião sobre o filme? Aguarde e nos acompanhe, vamos opinar! 

 

Eu sou o Mauricio Super, mostrando o papel do Cinema na Cultura Antiga

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