Série De Cinema Do Baú: Clássicos Eternos Parte IV – A Lista de Schindler

Série De Cinema Do Baú: Clássicos Eternos Parte IV – A Lista de Schindler

Olá, fãs do bom e velho Cinema, você que não perde um filme clássico por nada, e se emociona com seus títulos favoritos; esta série é sobre isso, e já está no quarto episódio! A questão é se vale a pena assistir, ou não? Aqui dou minha opinião em primeira pessoa, sem tendências! Veja o episódio pilotolá você tem a explicação completa da Série… e vamos lá!

 

                     Série de Cinema Do Baú!!

Série de cinema do Baú

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No episódio anterior falamos do filme consagrado “O Poderoso Chefão” parte II; hoje vamos avançar bastante no tempo e falar de um clássico dos anos 1990, que emocionou e marcou o ano de 1993 com a ousada história de entrega e desprendimento de Schindler, que por amor ao próximo, salvou muitas vidas à despeito das dificuldades desta atitude.

A Lista de Schindler (1993) – * 8,9

Este filme aborda um tema bastante delicado, e que levou 10 anos para ser concluído e finalmente estrear. Poldek Pfefferberg, que foi um dos judeus salvos na lista de Schindler, já tentava desde os anos de 1960 fazer uma cinebiografia para contar esta história, mas o acordo com a produtora na época, não deu certo. Em 1982 Thomas Keneally publicou Schindler’s Ark, um romance que ele escreveu depois de ter conhecido Pfefferberg. Spielgerb recebeu uma resenha do livro e, sendo filho de judeus, mostrou-se inseguro em contar esta história sobre um nazista salvando judeus; tentou passar o projeto para Roman Polanski, que o recusou, pois sua mãe morreu em  Auschwitz.  Spielberg também ofereceu o filme a Sydney Pollack e Martin Scorsese, mas acabou voltando atrás e dirigindo o filme. Vamos ver uma das cenas mais comoventes do filme:

 

A menina do casaco vermelhoDepois de ver estas cenas, ficou bastante difícil escrever sobre o filme, pois tantos anos se passaram e a memória destas atrocidades não desaparecem das mentes e corações das pessoas, em especial das vítimas deste genocídio que marcou para sempre estes tempos cruéis da segunda guerra. Falar sobre este filme, e classificá-lo apenas como um clássico eterno e ganhador de diversos prêmios, e uma das obras-primas deste gênio chamado Spielberger seria muito superficial, e certamente estaríamos deixando em segundo plano o drama que ele revelou nesta história real e cheia de detalhes, contada de dentro para fora, por um personagem real, do mundo real… Então, em sinal de respeito, o que podemos é contar brevemente o roteiro, dar uma opinião em primeira pessoa e a decisão de assistir o filme estará em suas mãos! 

Campo de concentração nazista O preparo da lista: pagando por vidas imagem forte À caminho da morte em vagões de trem

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

À princípio, Oskar Schindler queria lucrar com a guerra, quando chegou à cidade. Era membro do Partido Nazista, e com o patrocínio dos militares, adquiriu uma fábrica para produzir panelas para o exército. Com a construção de um novo campo de concentração, o exército quer esvaziar o gueto judeu e quem não colaborasse com a Operação Nazista era eliminado sumariamente, e Schindler, ao assistir cenas deste massacre, ficou profundamente comovido. Em um primeiro momento, Schindler se prepara para deixar Cracóvia com sua fortuna. Ele não consegue fazer isso, todavia, e procura Göth para permitir que ele mantenha seus trabalhadores para levá-los a uma fábrica em Zwittau-Brinnlitz, sua cidade natal, longe do campo de concentração, em funcionamento na Polônia ocupada. Göth eventualmente consente, porém cobra grandes subornos para cada trabalhador. Schindler e Stern fazem uma lista de trabalhadores que serão mantidos longe dos trens para Auschwitz. 

Vidas poupadas por Schindler

Quer saber a minha opinião?

Qualquer comentário mais aprofundado sobre o filme pode arrancar lágrimas do mais duro cidadão que você conheça! O filme é lindo, a fotografia, como você pode perceber nas imagens acima, é lindíssima, irretocável, e o filme tem uma dinâmica que nos leva para dentro da situação e nos faz sentir o que o personagem sente. Aliás, nem todos atuaram neste filme, para alguns foi recordar uma situação, o que os deixou emocionados de verdade, pois havia até nascidos em campos de concentração no set de filmagem. Mas assistir o filme é outra questão, pois quando eu o vi era mais jovem, mais forte e menos emocional, e hoje, com netos pequenos não tenho coragem de revê-lo pois certamente faria um papelão e me derreteria em lágrimas em algumas cenas, pois bastou ver a cena da menina do casaco vermelho para me emocionar à ponto de parar de escrever a matéria e continuar no dia seguinte… volto a dizer, a decisão de assistir o filme é toda sua, eu não consigo rever!

Eu sou o Mauricio Super…

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